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SALTO PARA O FUTURO - SÉRIE ESPAÇOS EDUCADORES SUSTENTÁVEIS

25 de junho de 2012

A série pretende mostrar que é possível transformar as escolas em espaços educadores sustentáveis e que este processo já está em curso. Por meio de ações relativamente simples, as escolas têm encontrado maneiras criativas e acessíveis de se aproximarem do ideal de sustentabilidade. A série visa dar visibilidade a essas iniciativas e fornecer aportes técnicos para consolidá-las e fortalecê-las, de forma que deixem de ser ações isoladas e se tornem uma prática sistemática e difundida por todo o país.

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Clique nos links abaixo para assistir aos programas da série Espaços Educadores Sustentáveis
Série Espaços Educadores Sustentáveis

Programa 1 – O que são Espaços Educadores Sustentáveis
Programa 2 – Escola sustentável: currículo, gestão e edificação
Programa 3 – Vida sustentável: ações individuais e coletivas
Programa 4 – Outros olhares sobre Espaços Educadores Sustentáveis
Programa 5 – Espaços Educadores Sustentáveis em debate


Você também pode acessar o Boletim da série clicando aqui.

 

Curso de Agrofloresta

16 de maio de 2012

Com Ernest Gotsh, Tiago TC e Convidados
Telefone: 73 99261731
Tipo de evento: curso
Organizado por: Piracanga Ecovila

PDC - Brumado/BA

26 de março de 2012


Inscrições abertas para o PDC - Brumado/BA

No período de 31 de março a 8 de abril de 2012 o Instituto de Permacultura da Bahia (IPB) e o Núcleo de Permacultura de Brumado, realizarão um PDC (Permaculture, Design Course), em Brumado-BA, no Restaurante Sossego (Parque dos avestruzes). Serão nove dias retirados e agrupados para vivenciar informações teóricas e práticas sobre o caminho da permacultura no Brasil, formar e/ou reforçar conexões e trocar experiências. Esperamos vocês para ajudar a reforçar essa esfera de boas intenções.

Investimento:
R$ 650,00 (Incluso Alimentação e Hospedagem)

Facilitadores:
David Borja
Nagoy Sol Correa
Natalia Andrade
Thomas Enlazador 

Local:
Restaurante Sossego/ Brumado-Ba 

Data:
31/03 a 08/04

Realização:
Núcleo de Permacultura de Brumado
IPB (Instituto de Permacultura da Bahia)

Apoio:
Núcleo de Permacultura de Rio de Contas
Comar
Binho Brill
Restaurante Sossego

Contato:
077 99584044 (jéssica Sueli)
077 91607418 (renê Lima)
permabrumado@gmail.com

Curso Permacultura na Chapada da Diamantina - PDC Rio de Contas!

23 de janeiro de 2011

Instituto de Permacultutra da Bahia

10 de janeiro de 2011

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg3h6p6rIlvx1YDLBsRg2-8X2ujCozVXCYfTXiu4refw9V_w27UNnXdBTyPl-48ncAiQzhMRAD4MUKtrifKInsRCf4mcRFKwOE2kXgw1OlHdZwGnxjouc2ngPDSMwxEbbuYWw7caHEnPDXp/

IPB lança agenda 2011

Fortalecendo a rede de permacultura do nordeste, o IPB e a OPA com o apoio do Sítio Volta do Rio, NEPPSA, Instituto de Ecologia Social de Carnaúba e A Cura do Planeta abrem inscrições para o Curso Avançado de Permacultura em fevereiro em Rio de Contas na Chapada Diamantina. Confira também a agenda de oficinas e o ciclo de palestras - Carrossel Itinerante - que acontecem no primeiro semestre de 2011.



Curso de Agricultura Intuitiva

3 de novembro de 2010

"Você fortalece aquilo que focaliza" - Marsha           Hanzi

Bom para o bolso e o planeta

9 de outubro de 2010

Um guia Bom para o bolso e o planeta

Quem paga as contas da casa (ou seja, os pais do adolescente que passa duas horas no banho e da moça que usa o secador duas vezes por dia) dá um duro danado para reduzir os gastos com água e luz. Substitui lâmpadas incandescentes por LED ou fluorescentes (cujo efeito pode ser aquela iluminação horrível de padaria), acumula a maior quantidade possível de roupas sujas, para só então lavar e passar, e, inutilmente, tenta controlar os jovens incontroláveis. Mas é possível ir além dessas medidas, inclusive da gritaria com os gastadores cheios de espinhas


Anna Paula Buchalla*
Revista Veja – 06/10/2010


Graças a certos aparelhinhos que funcionam como acessórios inteligentes, pode-se economizar nas contas sem que isso resulte em mudanças drásticas nos hábitos da família. Eles cumprem a função de diminuir os gastos desnecessários. Com a ajuda de especialistas, VEJA selecionou seis produtos eficientes para seu bolso a longo prazo, para a conservação do planeta e, não menos relevante, para a manutenção das suas cordas vocais.

Graças a certos aparelhinhos que funcionam como acessórios inteligentes, pode-se economizar nas contas sem que isso resulte em mudanças drásticas nos hábitos da família. Eles cumprem a função de diminuir os gastos desnecessários. Com a ajuda de especialistas, VEJA selecionou seis produtos eficientes para seu bolso a longo prazo, para a conservação do planeta e, não menos relevante, para a manutenção das suas cordas vocais.

INTERRUPTORES QUE REGULAM INTENSIDADE DE LUZ
O que fazem: também chamados de dimmers, esses interruptores permitem ao morador controlar a intensidade de luminosidade da lâmpada. A diminuição em 20% da intensidade de luz é quase imperceptível ao olho humano e já resulta em economia.

Economia: "Manter a lâmpada acesa com 80% de sua capacidade reduz em 30% os gastos com iluminação e pode dobrar o tempo de vida útil da lâmpada", diz o engenheiro elétrico Pedro Braida Neto Redução na conta mensal com seis lâmpadas reguladas por dimmer: 9 reais .

Preço: a partir de 30 reais .

FILTRO DE LINHA ELÉTRICA
O que faz: ao ser conectado via USB ao computador, o filtro corta o fornecimento de energia aos equipamentos eletrônicos periféricos, como impressora, caixas de som e monitor, assim que o computador é desligado .

Economia: o aparelho evita que os acessórios consumam 9,2 kWh por mês quando ligados ininterruptamente em modo stand by .

Redução na conta mensal: 4 reais, considerando o uso de duas horas por dia do computador e demais acessórios .

Preço: 29,10 dólares (na Amazon) .

REGULADOR DE VAZÃO DO CHUVEIRO
O que faz: o registro permite que a pessoa controle a intensidade do jato da ducha (não tem a ver com a regulagem obtida com as torneiras) .

Economia: um chuveiro convencional gasta, em média, 20 litros por minuto. Com o regulador, esse volume pode ser ajustado para um fluxo de 8, 14 e 16 litros, sem que seu banho se torne menos agradável .

Redução na conta mensal: de 27 a 34 reais .

Preço: de 75 a 90 reais .

AREJADOR DE TORNEIRAS
O que faz: mistura ar à água, causando a sensação de maior volume. Com o arejador, o jato de água sai da torneira em forma de "chuveirinho".

Economia: entre 57% e 76%. Enquanto uma torneira convencional usa de 14 a 25 litros de água por minuto, com o arejador o consumo cai para 6 litros .

Redução na conta mensal: de 22 a 30 reais .

Preço: de 28 a 35 reais .

VÁLVULA DE DESCARGA COM ACIONAMENTO DUPLO
O que faz: as válvulas mais modernas têm duas teclas de acionamento. A destinada à remoção de resíduos sólidos usa 6 litros de água por descarga; a de resíduos líquidos, apenas 3 .

Economia: como um equipamento convencional usa de 10 a 12 litros de água por descarga, a substituição causa uma economia de 40% a 50% no fim do mês .

Redução na conta mensal: de 9 a 11 reais .

Preço: de 85 a 171 reais (válvula); de 250 a 2 600 reais (bacia com caixa acoplada) .

FILTRO DE LINHA ELÉTRICA COM SENSOR DE PRESENÇA
O que faz: um sensor eletrônico bloqueia a energia de até seis aparelhos em stand by ao detectar a ausência de movimento no ambiente. O período para que os equipamentos sejam automaticamente desligados pode ser regulado entre trinta segundos e trinta minutos .

Economia: o filtro pode representar um corte de 5% na conta de luz, considerando o consumo médio de 157 kWh por mês das residências brasileiras, segundo o Ministério de Minas e Energia .

Redução na conta mensal: 4 reais, prevendo-se o uso de duas horas por dia do computador, som, TV e demais acessórios .

Preço: 91,25 dólares (no site energyfederation.org) .

VEJA TAMBÉM:
Ecológico e econômico: O modelo W+W integra cuba de pia e vaso sanitário em uma única peça. A criação dos designers italianos Gabriele e Oscar Buratti reduz o desperdício de água - porque a água usada para lavar as mãos é aproveitada para dar descarga .

Como funciona: toda a água utilizada no lavatório escorre para a caixa de descarga. A válvula tem duas teclas de acionamento: uma para 3 (resíduos líquidos) e outra para 6 litros (resíduos sólidos).

Preço: 14 000 reais .

*Outras fontes consultadas: os engenheiros Paulo Costa, diretor comercial da consultoria H2C, e Paulo Milano, diretor da Siclo Consultoria; o administrador Ronaldo Gonçalves, da Sabesp; Eletropaulo; Eletrobras; Agência Nacional de Energia Elétrica; a loja de materiais de construção C&C; e as empresas Schneider Electric, Legrand, Deca, Docol, Draco, Roca e Z Wave.

Plantando ideias inteligentes

3 de outubro de 2010



A prefeitura de Londres faz os preparativos para os jogos olímpicos de 2012 prometendo que estas serão as Olimpíadas e Paraolimpíadas mais sustentáveis da história. Os organizadores dizem que conseguirão isto com o estímulo à mudança de comportamento durante os jogos.

Entre outras medidas para atingir tal objetivo está uma ideia, no mínimo, inovadora e, por isso mesmo, simples. Como nunca ninguém havia pensado nisso? A prefeitura da cidade está incentivando a população a ocupar os terrenos disponíveis com hortas para produzir frutas, verduras e legumes locais, sazonais e orgânicos.

Para cultivá-los vale qualquer espaço: áreas de lazer de condomínios, terrenos baldios, pátios ferroviários e até os telhados planos de casas e prédios.

Com isso, além de resolver parte do problema com o abastecimento de alimentos durante as Olimpíadas, os ingleses esperam também absorver emissões de CO2 dos transportes e oferecer uma cidade mais amigável ao público que vai assistir aos jogos. Imagine como Londres - uma metrópole moderníssima - ficará bacana com ares de interior.

Aproveito a ideia para lançar outra: já pensou em ter sua própria horta dentro de casa? Você terá sempre à mão temperos, verduras, legumes, até frutas direto do quintal, da área de serviço, até mesmo da varanda do apartamento.

Qualquer cantinho serve, até mesmo em vasos de garrafas PET que podem ser pendurados na parede, como sugere a foto que ilustra este post. A iniciativa fará bem à saúde do seu corpo e da sua mente. Se uma megacidade inteira pode fazer, porque não você?

Veja como se tornar um "agricultor caseiro" nos links abaixo.

E divirta-se!

Horta em casa

Comidinhas direto da horta caseira

Livro ensina a cultivar hortas e jardins dentro de casa

Como ter uma horta dentro de casa

Foto - Dulla

Arquiteto constrói casa carbono zero com técnica medieval

23 de dezembro de 2009

Protótipo de casa verde (foto: Hawkes Architecture)

Casa pode servir como modelo para produção em larga escala.

Arquitetos da Universidade de Cambridge, na Grã-Bretanha, apresentaram nesta quarta-feira uma casa de carbono zero que pode vir a ser produzida em série no país em um futuro próximo.

A casa de quatro quartos, localizada nas proximidades da cidade de Staplehurst, utiliza uma técnica aplicada na construção de casas da época medieval e vista como mais eficiente na contenção de emissões de gases causadores do efeito estufas.

"O design é econômico, já que a casa é relativamente fácil de ser construída e, a partir do momento em que você sabe o que está fazendo, é rápido", afirmou o desenhista Michael Ramage, do Departamento de Arquitetura da Universidade de Cambridge.

Mais de um quarto (27%) das emissões de gases causadores do efeito estufa da Grã-Bretanha é gerado por residências, o que contribui de forma significativa para o aquecimento global.

Poucas casas são movidas unicamente por energia solar e muitos designs são muito caros, inviabilizando a produção em massa.

Protótipo de casa verde (foto: Hawkes Architecture)

Projeto une técnica medieval com novas tecnologias.

O governo britânico quer que todas casas novas sejam livres de emissões de gases causadores do efeito estufa em 2016.

Leveza e resistência

A construção em forma de arco é basicamente uma câmara de 20 metros coberta com terra e plantas, que servem de camuflagem e ajudam a construção a se mesclar com o ambiente rural.

O projeto é uma adaptação de uma técnica medieval que utiliza tijolos finos para criar construções leves e duráveis.

Assim, a casa adquire resistência estrutural e, ao mesmo tempo, evita a utilização de materiais que consomem muita energia na sua produção, como concreto armado.

A estrutura também fornece uma grande quantidade de massa térmica, permitindo a casa a reter calor, absorver flutuações de temperatura e reduzir a necessidade de sistemas de aquecimento ou resfriamento.

Qualquer aquecimento adicional é provido pela combinação de sistemas fotovoltaico e térmico de aquecimento, que capta energia solar.

Protótipo de casa verde (foto: Hawkes Architecture)

27% das emissões de gases na Grã-Bretanha vem de residências.

Além disso, um aquecedor de 11kW de biomassa foi instalado na casa para fornecer energia quando o sol tiver aparecido por alguns dias.

O isolamento térmico é feito com papel de jornal reciclado.

"A construção mostra como o design contemporâneo pode promover materiais locais e integrar novas tecnologias para produzir um prédio altamente auto-sustentável", afirmou o arquiteto responsável pelo projeto, Richard Hawkes, que será o primeiro ocupante da casa.

TELHADOS VERDES PODEM MUDAR A PAISAGEM E O CLIMA DE GRANDES CIDADES

22 de agosto de 2009

OS TELHADOS VERDES ABSORVEM ATÉ 70% DAS ÁGUAS DAS CHUVAS, ABSORVEM CALLOR E REDUZEM A TEMPERATURA DA CASA EM ATÉ 30%, ALÉM DE ISOLAR O SOM EM ATÉ 40 DECIBÉIS






A prefeitura de Nova York criou subsídios para estimular moradores e empresas a plantarem hortas urbanas no telhado das casas e prédios comerciais. São os chamados green roofs (telhados verdes). Aprovada no ano passado, a lei que permite abatimentos em impostos no valor de até U$ 100 mil ao ano já resultou em uma cobertura verde que soma 87,7 mil de metros quadrados - ou 10% da área construída da cidade - segundo o jornal The New York Times.

Entre os benefícios estão a absorção de até 70% das águas das chuvas, o que ajuda a evitar também enchentes, e redução no consumo de energia, uma vez que as plantas absorvem o calor e podem reduzir a temperatura dentro de casa em até 30%, fazendo diminuir o uso de ar-condicionado no verão.

As plantas também ajudam a isolar o som - uma cobertura com 12 centímetros de verde pode reduzir o barulho que vem da rua em até 40 decibéis. Escolas e universidades nova-iorquinas também adotaram hortas próprias para abastecer as lanchonetes e cafés.
E a iniciativa se espalhou por outras cidades americanas.

Para estimular o crescimento das hortas urbanas pelos Estados Unidos, um grupo de empresários e organizações civis formaram a Green Roofs for Healthy Cities (Telhados Verdes para Cidades Saudáveis), segundo a qual o número de telhados verdes aumentou em mais de 30% no país em 2008. A organização defende que a impermeabilidade dos telhados verdes faz com que durem duas vezes mais do que os convencionais e precisem de menos manutenção.

(Agência Estado)

Ecovilas e Comunidades Sustentáveis

4 de agosto de 2009

Segundo Robert Gilman em “Ecovilas e Comunidades Sustentáveis”, ecovilas definem sustentabilidade, incorporando aspectos ambientais, sociais, econômicos e espirituais. Ecovila é uma comunidade de 50 a 2.000 pessoas, unidas por um propósito comum. Este propósito varia de local para local, mas usualmente é baseado numa visão ecológica, social e espiritual.

Um assentamento de proporções humanas, funcionalmente completo, onde as atividades do ser humano se integram inofensivamente ao mundo natural, de forma a ajudar o desenvolvimento saudável deste e poder perdurar por um futuro indefinido, fazendo com que, ao trabalhar com o simples princípio de não retirar da Terra mais do que devolvemos a ela, as ecovilas promovem, na prática, a possibilidade da existência sustentável das gerações futuras.

As necessidades e princípios de uma ecovila se fundamentam no planejamento ocupacional. Veja aqui uma síntese desses princípios. A tecnologia e engenharia, voltada para soluções sustentáveis, locais e integradas, tem um papel muito importante nas ecovilas, como pode ser visto na captação de água, no banheiro seco, nos ecotelhados ou em outras diversas técnicas. A integração com a natureza garante a continuidade da implantação.

Conheça aqui algumas experiências de ecovilas no Brasil ligadas a IPEMA - Instituto de Ecovilas e Permacultura da Mata Atlântica.

Ecovilas movem-se em direção à sustentabilidade, dando alta prioridade a:

  1. Produção local de alimentos orgânicos / biodinâmicos (influência do design da permacultura.)
  2. Utilização de sistemas de energias renováveis, cataventos, biodigestores, etc
  3. Construção ecológica, tijolos de solocimento, bambu etc
  4. Criação de esquemas de apoio social e familiar, incluindo diversidade cultural e celebrações, danças circulares, etc
  5. Experiência com novos processos de tomada de decisão, utilizando técnicas de democracia profunda e facilitação de conflitos
  6. Economia auto-sustentável, baseada nos conceitos de localização e simplicidade voluntária
  7. Saúde integrada
  8. Educação holística baseada na percepção sistêmica

Fonte: Vamos criar uma ecovila? e Wikipedia.


Como Combater Formigas

30 de maio de 2008

Quando a população de formigas no jardim ou horta aumenta muito, chegando a prejudicar as plantas, é hora de agir. Das 12 espécies de formigas, conhecidas como cortadeiras, que habitam os jardins, 2 são encontradas com mais facilidade. A saúva e a quenquém. Para pequenas áreas, o melhor remédio é fazer o controle preventivo, com meios mecânicos, impedindo que as formigas cheguem até as folhas das plantas. Assim, elas procuram outras fontes de alimentos, o que não é difícil, já que de acordo com os agrônomos cerca de 77% dos vegetais são considerados adequados à dieta das cortadeiras.

Veja a seguir alguns métodos de controle de formigas:

O plantio de plantas repelentes: em hortas, principalmente, o plantio de cebolinha verde em todo o contorno, costuma ser bem eficaz. Outras opções interessantes também para os jardins são o plantio de menta, lavanda, manjerona, alho, coentro e losna. Sementes de gergelim espalhadas no canteiro ou no caminho das formigas também costuma dar bons resultados.


A imagem “http://www.cantoverde.org/images/formiga1.gif” contém erros e não pode ser exibida.

Foto 01: Espalhando sementes de gergelim.


Para evitar que as formigas ataquem os arbustos e árvores: recomenda-se o uso do suco de pimenta vermelha. Amasse bem algumas pimentas vermelhas, até fazer um suco grosso. Molhe um pano neste suco e amarre em volta do caule da planta ou pincele o tronco.


A imagem “http://www.cantoverde.org/images/formiga2.gif” contém erros e não pode ser exibida.

Foto 02: Saco de pano com pimenta vermelha.


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Foto 03: Sinta plástica como barreira física.


E dentro de casa: o coentro e as pimentas em geral podem ser usados dentro de casa sob a forma de sachês amarrados às plantas.

Se você achou o formigueiro no jardim: coloque suco e cascas de limão na entrada do formigueiro.

E se elas também já estão atacando seus armários: espalhe cravos-da-índia dentro deles para espantar as formigas.


UMA RECEITA À
BASE DE ANGICO:

Pegue 1 kilo de folhas de
angico e deixe de molho
em 10 litros de água
durante 10 dias. Depois
coe o líquido e aplique
nos "olhos" dos
formigueiros
encontrados. Se sobrar o
produto, guarde-o em
vidros tampados, para
que possa ser
reutilizado, sempre que
elas resolverem voltar.

.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.

PARA COMBATER
COCHONILHAS

5 litros de querosene
6 kg de farinha de trigo
1 kg de sabão comum
100 litros de água.
Dissolva o sabão em 3
litros de água quente.
Quando a água estiver
fervendo, e o sabão
dissolvido, adicione a
farinha Retire a panela
do fogo e despeje
lentamente o querosene,
agitando sempre.
Em seguida, coloque o
restante dos 100 litros
de água.
Com o preparado pronto,
borrifar a árvore, usando
pulverizador ou brocha
de caiação.

Amazônia - modelo sustentável de desenvolvimento

16 de maio de 2008

Por Edson Porto
Enviado especial da BBC
Brasil a Manaus (AM) e Santarém (PA)


É difícil encontrar na Amazônia quem defenda um modelo predatório de ocupação e desenvolvimento. De caboclos a fazendeiros, passando por multinacionais e políticos, o apoio à preservação e à idéia de desenvolvimento sustentável permeia quase todos os discursos.

Mas a região vive um grande descompasso entre discurso e ação. O desmatamento voltou a crescer nos últimos 12 meses, há conflitos fundiários sérios, muita violência e problemas ecológicos, sociais e econômicos com o crescimento dos agronegócios ou da exploração predatória da selva.

"A Amazônia precisa de um novo modelo de desenvolvimento", acredita Paulo Adario, diretor da Campanha Amazônia do Greenpeace Brasil. "Acho que ainda existe uma discussão falsa, em que se contrapõem desenvolvimento e preservação. A visão de que a floresta é uma barreira ao desenvolvimento é antiga, dos anos 70, e é falsa."

No entanto, a busca por um novo modelo de desenvolvimento ainda é embrionário e a maior parte do crescimento econômico da região amazônica (que é maior do que média nacional) continua baseado na expansão de atividades tradicionais, como a exploração de madeira, a mineração, a criação extensiva de gado e a agricultura.

"A grande questão é como fazer a floresta valer mais em pé do que cortada", resume Virgílio Viana, coordenador do Fundo Amazônia Sustentável (FAS), uma ONG criada para gerenciar o Bolsa Floresta, um programa de transferência de renda a famílias e comunidades que protegem a mata em áreas de preservação.

Idéias

Segundo especialistas, existe um ciclo bem estabelecido de exploração econômica na Amazônia. O primeiro passo em geral é a exploração da madeira.

A segunda fase depende da capacidade do produtor. No caso de agricultores de menor porte, essa fase é a de exploração do solo para o plantio. Quando esse solo se esgota, em geral por causa da falta do uso de tecnologia agrícola, entra o gado.

Há locais em que o gado pode ser substituído pela agricultura industrializada, como tem acontecido em áreas de soja no Pará, onde fazendeiros de maior porte e com mais capital limpam as pastagens para transformá-las em plantações mecanizadas.

Para romper esse ciclo vicioso, há muitas propostas na região, a maioria ainda no nascedouro. Um exemplo é o Bolsa Floresta. O programa criado pelo governo do Amazonas prevê o pagamento de R$ 50 como compensação para famílias que vivem em áreas de reservas estaduais e não desmatem. O plano também prevê ajuda às comunidades na criação de alternativas de renda e infra-estrutura social.

O plano, porém, é recente e esbarra na falta de documentação da população local. "Um dos problemas é que a pessoa precisa ter CPF para se inscrever, e o plano está andando devagar já que muita gente não tem", diz o governador do Estado, Eduardo Braga.

Na opinião de Everaldo de Souza Martins Filho, secretário de Planejamento de Santarém, no Pará, é preciso encontrar um equilíbrio entre fortalecer a agricultura familiar e explorar de forma sustentável as áreas que já estão alteradas.

Desmatamento começa na pecuária e pode envolver outras atividades

"Apenas no município de Santarém temos um enorme área que já foi mexida, mas que não é explorada. Podemos aumentar muito a nossa produção agrícola sem cortar mais nada", ele diz.

Representantes do Sindicato dos Produtores Rurais da cidade defendem a mesma coisa. Eles afirmam que o município de 2,5 milhões de hectares tem cerca de 600 mil já sem floresta (alguns estimam que esse número seja menor, cerca de 400 mil hectares).

"Dessa área, só usamos para plantação e gado 200 mil hectares", afirma João Clóvis Duarte, vice-presidente do Sindicato. O restante está abandonado.

Segundo Adario, do Greenpeace, o problema é que usar e recuperar áreas abertas que já foram exauridas pela agricultura intensiva pode ser até 6,5 vezes mais caro do que abrir novas áreas.

Barreiras

A lista de receitas e idéias sobre o que pode ser feito na região é longa. ONGs e governos locais defendem desde a exploração sustentável da madeira até o desenvolvimento de produtos de alto valor agregado a partir de plantas e árvores amazônicas. No entanto, além do aumento das áreas de preservação e do desenvolvimento de alguns projetos pontuais, vê-se pouca mudança.

A incipiência das alternativas econômicas tem várias explicações. Na visão do ministro de Assuntos Estratégicos da Presidência, Roberto Mangabeira Unger, existem três problemas básicos que impedem a criação de uma nova dinâmica econômica na região.

"A primeira é a questão da propriedade da terra, já que falta a definição de quem são os proprietários. A segunda é a falta de um zoneamento ecológico e econômico da Amazônia. E a terceira é ausência de um regime regulatório e fiscal que garanta que a floresta em pé valha mais do que a floresta cortada", diz Unger.

Como coordenador do Plano Amazônia Sustentável (PAS), um projeto para desenvolver a região de forma equilibrada, ele diz que está buscando soluções no curto prazo para resolver esses problemas e poder implementar projetos que ajudem a região a se desenvolver.

O desafio poderá ser maior do que o ministro está antecipando. Em Santarém há agricultores com terras de mil hectares que estão esperando há 15 anos pela regularização de suas propriedades. Na Amazônia, os projetos e as políticas de mudança têm sempre sido muito mais lentos do que as motosserras.
 

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