Garoto Canadense descobre como decompor o plastico

14 de agosto de 2009

Brilhante jovem Daniel encontrou um jeito de acelerar (e muito!) o processo de decomposição do plástico polietileno.



Daniel Burd sempre foi um exemplo de menino. O garoto canadense faz parte do conselho estudantil do seu colégio, integra o Comitê de Caridade e, ainda, passeia voluntariamente com cachorros do seu bairro. Mas, no ano passado, o menino, de apenas 16 anos, superou todas as expectativas desenvolvendo um projeto que promete dar uma grande contribuição ao planeta.


Daniel encontrou um jeito de acelerar (e muito!) o processo de decomposição do plástico polietileno – aquele derivado de gás e petróleo, que é usado na confecção de sacolinhas plásticas, por exemplo.Depois de pesquisar muito, o menino descobriu que existem dois tipos de bactérias raríssimas que se desenvolvem na natureza, uma do gênero Sphingomonas e uma do Pseudômonas, que, ao serem isoladas, são capazes de decompor o plástico em seis semanas – ao invés de 400 anos, como acontece no processo natural de decomposição – e, tudo isso, sem gerar nenhuma substância nociva ao meio ambiente ou à saúde humana.A ideia de investigar sobre o assunto surgiu do jeito mais banal: Daniel fazia serviços domésticos todos os dias para ajudar os pais e percebia a quantidade de sacolas plásticas que existiam em sua casa. Com mania de questionar sobre tudo, o menino se perguntou qual era o destino dos sacos e, insatisfeito com a resposta que encontrou, resolveu desenvolver, ele próprio, um jeito mais sustentável de se livrar do material.

Por enquanto, a iniciativa é apenas um projeto, mas já rendeu a Daniel o prêmio “Canada Wide Science Fair”, que oferece $ 10 mil em dinheiro e $ 20 mil em bolsas de estudo para cada um de seus ganhadores. Além disso, o menino está experimentando, aos 16 anos, um pouquinho do gosto da fama. Na internet, já existe um site para Daniel: The Unofficial Daniel Burd Fan Club.

Fonte: UOL

Ecovilas e Comunidades Sustentáveis

4 de agosto de 2009

Segundo Robert Gilman em “Ecovilas e Comunidades Sustentáveis”, ecovilas definem sustentabilidade, incorporando aspectos ambientais, sociais, econômicos e espirituais. Ecovila é uma comunidade de 50 a 2.000 pessoas, unidas por um propósito comum. Este propósito varia de local para local, mas usualmente é baseado numa visão ecológica, social e espiritual.

Um assentamento de proporções humanas, funcionalmente completo, onde as atividades do ser humano se integram inofensivamente ao mundo natural, de forma a ajudar o desenvolvimento saudável deste e poder perdurar por um futuro indefinido, fazendo com que, ao trabalhar com o simples princípio de não retirar da Terra mais do que devolvemos a ela, as ecovilas promovem, na prática, a possibilidade da existência sustentável das gerações futuras.

As necessidades e princípios de uma ecovila se fundamentam no planejamento ocupacional. Veja aqui uma síntese desses princípios. A tecnologia e engenharia, voltada para soluções sustentáveis, locais e integradas, tem um papel muito importante nas ecovilas, como pode ser visto na captação de água, no banheiro seco, nos ecotelhados ou em outras diversas técnicas. A integração com a natureza garante a continuidade da implantação.

Conheça aqui algumas experiências de ecovilas no Brasil ligadas a IPEMA - Instituto de Ecovilas e Permacultura da Mata Atlântica.

Ecovilas movem-se em direção à sustentabilidade, dando alta prioridade a:

  1. Produção local de alimentos orgânicos / biodinâmicos (influência do design da permacultura.)
  2. Utilização de sistemas de energias renováveis, cataventos, biodigestores, etc
  3. Construção ecológica, tijolos de solocimento, bambu etc
  4. Criação de esquemas de apoio social e familiar, incluindo diversidade cultural e celebrações, danças circulares, etc
  5. Experiência com novos processos de tomada de decisão, utilizando técnicas de democracia profunda e facilitação de conflitos
  6. Economia auto-sustentável, baseada nos conceitos de localização e simplicidade voluntária
  7. Saúde integrada
  8. Educação holística baseada na percepção sistêmica

Fonte: Vamos criar uma ecovila? e Wikipedia.


TV do Meio Ambiente

2 de agosto de 2009

Boa notícia aos amantes da natureza e educadores ambientais. Está chegando a TV do Meio Ambiente, canal de TV na internet destinado ao entretenimento e à difusão de informação e conhecimento. O novo site é interativo e utiliza linguagens de texto escrito, fotografia e vídeo.

Conheça a TV do Meio Ambiente: clique na imagem acima ou aqui.

Logo na página inicial, navegando pelas diferentes coleções temáticas, o internauta assiste aos vídeos que escolher. No site já estão sendo disponibilizados documentários, reportagens e filmes de animação que retratam o meio ambiente natural, rural, urbano e cultural brasileiros.

Para estimular a produção de vídeos pelo público e promover a discussão de temas ambientais foi criado o Espaço do Internauta. O visitante pode escrever comentários e publicar seus próprios vídeos, participando da Mostra do Internauta de Vídeo Ambiental, que premiará os vídeos mais votados pelos visitantes do site.

O espaço Notícias Ambientais trará, diariamente, as principais matérias jornalísticas sobre meio ambiente. Já a Exposição de Fotos apresenta o trabalho dos melhores fotógrafos brasileiros de natureza e temas relacionados ao meio ambiente. A exposição atual exibe 30 fotografias de Adriano Gambarini que retratam a biodiversidade e a cultura regional.

Mas não é só isso: reportagens exclusivas e inéditas, produzidas mensalmente pela equipe da TV do Meio Ambiente, estarão disponíveis aos espectadores do canal. A primeira Reportagem do Mês já está no ar: Montanhas do Rio mostra como essas formações naturais são aproveitadas em diferentes áreas, seja para a prática de escaladas radicais; como inspiração para o livro do fotógrafo Marco Terranova, que mostra a beleza do Rio sob ângulos inusitados; ou para pesquisa científica. A reportagem aborda também o projeto do Jardim Botânico que estuda orquídeas em extinção, encontradas somente nas encostas rochosas das montanhas da cidade. Outras matérias já estão em fase de produção, veja os detalhes na entrevista abaixo com o coordenador do projeto.

O novo canal de comunicação tem como missão a difusão da cultura ambiental. É direcionado a estudantes, professores, pesquisadores e a todos aqueles que buscam entretenimento e informação de qualidade. Venha participar na formação desse grande acervo que vai preservar a identidade ambiental e cultural do povo brasileiro. Divulgue seu vídeo.

A TV do Meio Ambiente é um projeto cultural, inscrito no Ministério da Cultura sob o Pronac nº 07-3605 e está apta a receber patrocínio para o projeto integral, reportagens especiais ou festival on-line de vídeos ambientais e também tem espaço promocional para inserção de banners.

Leia aqui uma entrevista com Ricardo Hanszmann, coordenador do projeto.

Fonte: Portal do Meio Ambiente.

A pegada ecológica per capita

A pegada ecológica per capita é a quantidade de água e terra biologicamente produtiva necessária para fornecer a cada pessoa os recursos que ela usa e para absorver os resíduos gerados com o uso desses recursos.

No ritmo atual, seriam necessários os recursos de 1,21 planetas Terra para sustentar indefinidamente nossa produção e consumo atuais de recursos renováveis.


 

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