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Grécia desenvolve bolsa portátil solar para ser usada como bateria

9 de outubro de 2010

Pesquisadores da Grécia estão desenvolvendo novas formas de aproveitar a farta energia solar disponível no país.

Atualmente, tentam incrementar uma bolsa equipada com um painel solar que já está à venda nos Estados Unidos de forma a transformá-la em uma pequena usina e antena de transmissão.

Cientistas gregos agora trabalham em uma fina película que pode gerar e conduzir eletricidade e ser aplicada sobre capas plásticas comuns. Eles esperam que o produto revolucione redes sem fio portáteis.

Uma simples bolsa poderia ser transformada em bateria e antena para um sistema sem fio. Mas entre as dificuldades que a pesquisa enfrenta está a crise econômica na Grécia, que tem levado muitos pesquisadores a deixar o país.

Plantando ideias inteligentes

3 de outubro de 2010



A prefeitura de Londres faz os preparativos para os jogos olímpicos de 2012 prometendo que estas serão as Olimpíadas e Paraolimpíadas mais sustentáveis da história. Os organizadores dizem que conseguirão isto com o estímulo à mudança de comportamento durante os jogos.

Entre outras medidas para atingir tal objetivo está uma ideia, no mínimo, inovadora e, por isso mesmo, simples. Como nunca ninguém havia pensado nisso? A prefeitura da cidade está incentivando a população a ocupar os terrenos disponíveis com hortas para produzir frutas, verduras e legumes locais, sazonais e orgânicos.

Para cultivá-los vale qualquer espaço: áreas de lazer de condomínios, terrenos baldios, pátios ferroviários e até os telhados planos de casas e prédios.

Com isso, além de resolver parte do problema com o abastecimento de alimentos durante as Olimpíadas, os ingleses esperam também absorver emissões de CO2 dos transportes e oferecer uma cidade mais amigável ao público que vai assistir aos jogos. Imagine como Londres - uma metrópole moderníssima - ficará bacana com ares de interior.

Aproveito a ideia para lançar outra: já pensou em ter sua própria horta dentro de casa? Você terá sempre à mão temperos, verduras, legumes, até frutas direto do quintal, da área de serviço, até mesmo da varanda do apartamento.

Qualquer cantinho serve, até mesmo em vasos de garrafas PET que podem ser pendurados na parede, como sugere a foto que ilustra este post. A iniciativa fará bem à saúde do seu corpo e da sua mente. Se uma megacidade inteira pode fazer, porque não você?

Veja como se tornar um "agricultor caseiro" nos links abaixo.

E divirta-se!

Horta em casa

Comidinhas direto da horta caseira

Livro ensina a cultivar hortas e jardins dentro de casa

Como ter uma horta dentro de casa

Foto - Dulla

Cientistas brasileiros desenvolvem software para analisar meio ambiente

19 de fevereiro de 2010

Por Redação do IDG Now!
Publicada em 19 de fevereiro de 2010 às 12h50

http://peregrinacultural.files.wordpress.com/2009/01/aquecimento_global.jpg

Programa aponta ocorrência de espécies raras, controle de doenças infecciosas e previsão de impactos de mudanças climáticas.

Um grupo de cientistas brasileiros concluiu, após quatro anos de pesquisa, o desenvolvimento do openModeller - um ambiente computacional que, por meio de softwares livres de código aberto, permite modelar e estudar a distribuição de espécies biológicas em diferentes cenários.

Segundo os pesquisadores, o novo software é capaz de apontar áreas importantes como ocorrência de espécies raras, controle de doenças infecciosas e até previsão de impactos das mudanças climáticas globais e das atividades humanas.

Em entrevista à Agência Fapesp, o coordenador do projeto, Vanderlei Perez Canhos, detalhou o conceito envolvendo o openModeller. De acordo com ele, esse processo se dá em torno de um ambiente computacional que permite selecionar diferentes camadas de dados e algoritmos e, assim, obter acesso a mecanismos capazes de analisar dados antes e depois do processamento.

O cientista ainda explicou que o armazenamento de dados sobre ocorrências de espécies é fundamental não só para construir cenários voltados para a conservação da biodiversidade, mas também para desenhar estratégias para o controle de doenças infecciosas.

Trata-se de um ambiente computacional de acesso gratuito, com interface amigável, que possibilita a modelagem da distribuição de espécies e dados ambientais com uso de diferentes algoritmos, projetando os modelos em diversos cenários e utilizando diferentes plataformas, informou Canhos.

Todo o trabalho foi realizado em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e a Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP).
Com informações da Agência Fapesp

A Pirelli Brasil desenvolve pneu a partir de casca de arroz

6 de fevereiro de 2010

Por Carla Falcão, iG São Paulo

A Pirelli deve apresentar, até o início do segundo semestre, os primeiros pneus com sílica produzida a partir das cinzas da casca de arroz. A novidade é uma parceria entre um pesquisador independente e o centro de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) da empresa no Brasil. 
 
 


Dona de um orçamento anual de aproximadamente R$ 35 milhões, a área de P&D, que conta com uma equipe dedicada de 170 profissionais, planeja ainda desenvolver este ano uma linha completa do pneu verde da Pirelli para entrar no mercado em 2011, entre outros estudos.

“O projeto brasileiro de obtenção de sílica a partir da cinza da casca do arroz é um típico caso de inovação reversa, quando a unidade local desenvolve um novo produto ou processo e esta invenção é adotada pela matriz”, afirma Roberto Falkenstein, diretor para a América Latina da área de Pesquisa e Desenvolvimento da Pirelli. Ao reduzir o impacto ambiental causado pela cinza da casca de arroz – antes sem grande utilidade –, o processo está sendo avaliado pela matriz italiana, que planeja utilizá-lo na própria Itália e na China, grande produtor de arroz.

A inovação envolvendo a nova matéria-prima é apenas uma das vertentes do trabalho desenvolvido no Centro de Pesquisa e Desenvolvimento brasileiro da Pirelli. Uma das linhas de trabalho concentra-se em cima de uma da criação de uma linha mais ampla do pneu verde, a ser lançada no mercado em 2011. 
O pneu verde é feito com praticamente os mesmos materiais do pneu tradicional, mas economiza em média 5% do combustível consumido pelo automóvel, pois apresenta menor resistência à rolagem. Isso é possível graças à utilização de sílica na banda de rodagem. Lançado pela Pirelli em 1999, ele corresponde, entretanto, a apenas 5% do total de vendas da empresa no País hoje. “Exportado para os Estados Unidos, o pneu verde brasileiro é usado em ícones americanos, como o Ford Mustang. Mas, aqui, ainda temos poucos modelos de veículos que saem de fábrica com o produto”, diz o executivo.

Ganho de escala deve reduzir preço final do pneu verde

Com o lançamento da nova linha, Falkenstein acredita que será possível minimizar um dos maiores entraves para a massificação do produto no Brasil, a diferença de preço frente ao pneu tradicional, que já chegou a quase 20%. “Ao lançar uma linha completa de pneus verdes, esperamos ganhar escala para reduzir o valor de mercado do produto”, diz. As metas são ousadas. O objetivo é que em 2012, o pneu verde já represente 40% de todas as vendas da Pirelli no País.

“Estados Unidos e países da Europa têm uma série de exigências relacionadas à sustentabilidade da produção dos pneus e também ao descarte dos produtos já usados", diz ele. "A despeito do aumento da consciência ambiental, o Brasil ainda é pouco exigente nessa área."

Falkenstein diz ainda que a área de pesquisa está trabalhando para desenvolver nichos de mercado nos quais a Pirelli ainda tem pequena participação de mercado. Na lista de prioridades estão os pneus utilizados na agricultura e na construção civil. As obras do PAC e, sobretudo, a Copa do Mundo no Brasil e as Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro, estão no horizonte dos investimentos nessas linhas.

Salvar o Planeta é Agora ou AGORA!

27 de agosto de 2009

Geleira Petermann - Time Lapse

Esse ano o Greenpeace partiu em uma de suas mais desafiadoras expedições: registrar os efeitos das mudanças climáticas sobre o Pólo Norte e sua biodiversidade. Um dos recursos fotográficos utilizados na pesquisa é o time-lapse - fenômenos que ocorrem lentamente são captados e depois todas as imagens são unidas, formando um único vídeo. Pesquisadores esperam que esse tipo de filmagem garanta uma maior percepção do processo de derretimento das geleiras.

Chamada para mobilização da Campanha "tictac"

26 de agosto de 2009

1439Dia de Ação pelo Clima: "100 dias para Copenhague"

Sábado, dia 29/8, em São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, Salvador, Brasília e Manaus (e também na sua cidade!)

A Campanha Global de Ações pelo Clima (GCCA), mais conhecida como "Campanha TicTac",- está chamando todos os cidadãos e cidadãs para uma grande mobilização no próximo dia 29 de agosto. Mobilizações semelhantes ocorrerão por todo o planeta!!

Qual é o motivo? Faltarão 100 dias para o início da 15ª Conferência das
Partes da Convenção da ONU sobre Mudanças Climáticas CoP 15 em Copenhague, Dinamarca.

Qual é a mensagem? 100 dias para Copenhague: O tempo urge. Nossas lideranças governamentais devem trabalhar já para a CoP15, visando uma plataforma mínima. Veja ao final/anexo um resumo da estratégia e das mensagens da campanha TicTac.

O que vai acontecer? Em 8 capitais do país, serão inaugurados grandes relógios (totens com 3 metros de altura por 1,2 de largura) com um "painel TicTac" marcando a contagem regressiva para a CoP 15. Veja mais detalhes em nosso site.

Como participar? Convidamos todos e todas a se juntarem a esta iniciativa, nos eventos que ocorrerão em São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, Salvador, Brasília e Manaus. Se a sua cidade não está entre estas, conte com nossa ajuda para apoiar ações que você possa promover e realizar como debates, reuniões, barulhaços, lançamento do abaixo assinado, performances, bicicletada, marchas etc. Fotos das reuniões serão postadas no site da TicTac, documentando a amplitude das iniciativas.

Contamos com o apoio das entidades parceiras da TicTac, mas precisamos da colaboração de todo mundo, para uma enorme mobilização nas ruas, e também para atividades específicas, tais como ajuda na negociação da autorização para instalação do relógio da tictac no melhor lugar da cidade, ajuda na manutenção do relógio, ajuda na coleta de assinaturas do abaixo-assinado, articulação com entidades locais, contatos com a imprensa local, documentação dos eventos, etc.

Serão disponibilizados e fornecidos "kits mobilização" pela TicTac com:

· Roteiro para eventos: um evento típico seria uma reunião de
cidadãos em local público, com leitura de um curto manifesto alinhado com a
plataforma mínima e distribuição de formulários para coleta do
abaixo-assinado.

· Formulário do abaixo-assinado da TitcTac, como parte da campanha
global.

· Arquivos para produção de material de divulgação da campanha
(modelos de banner, faixas, adesivos e outras peças para download no site da
TicTac.

· Envio de materiais simples, como folhetos e adesivos.

· Outros tipos de apoio que seu projeto requeira podem ser
estudados.



Organize-se e mande suas idéias e sugestões! Acesse nosso site e baixe seu
"kit evento".

Quem está organizando isso? A parte de comunicação e articulação política é feita pela coordenação da TicTac. Visite nosso site e saiba mais sobre a organização da campanha. O Greenpeace Brasil, entidade parceira da TicTac no Brasil e no mundo, está coordenando a produção das ações com os relógios. Para o dia 29 de agosto, tudo que diz respeito à produção e instalação será tratado diretamente com o Greenpeace, em cada local. Todos os demais assuntos, com a coordenação da TicTac.

Como entrar em contato? pessoas e entidades que queiram colaborar nesta iniciativa devem entrar em contato através de: apoio@tictactictac.org.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. e mobilizacao@tictactictac.org.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.


Saiba mais em www.tictacitctac.org.br

Fonte: PORTAL DO MEIO AMBIENTE

Gripe Suína (H1N1) e Meio Ambiente

14 de agosto de 2009

Por: Rui Iwersen, editor do Boletim virtual de GaiaFloripa – Núcleo Florianópolis de GAIA – Grupo de Ação e Informação Ambiental - Link aqui

Gripe Suína, Gripe Humana, Gripe Aviária, Influenza A (H1N1), Dengue, Febre Amarela, Doença de Chagas, AIDS e etc. A relação destas doenças e epidemias com a globalização social e com as alterações climáticas e ambientais globais são evidentes. A Dengue, por exemplo, já chegou na Argentina.

Os microorganismos, especialmente os vírus, são altamente mutantes e, portanto, adaptáveis a novos ecossistemas e a novas condições ambientais e climáticas. As alterações ambientais produzidas pelo Homem, destruindo ou transformando os habitats naturais de muitas espécies de microorganismos e de seus transmissores (como os mosquitos, barbeiros, ratos, aves e porcos, por exemplo), produziu, produz e produzirá novas espécies de vírus, bactérias e fungos, que podem ser patogênicas para aves, porcos, humanos e outras espécies animais ou vegetais.

Este fenômeno é compreensível. Afinal, “a humanidade está extinguindo uma espécie a cada 13 minutos”. No Antropoceno, era planetária dominada pelo Homem, o ser que sobrevive tenta viver. Para sobreviver ao Homem e com o Homem e seus animais e vegetais domesticados e confinados, os vírus sofrem mutações.

Atualmente, globalizada social, cultural e economicamente, a humanidade tem interesse em evitar toda e qualquer epidemia com possibilidade de globalização, o que caracterizaria uma pandemia. Hoje, vinte e nove países já têm cerca de 3.500 casos confirmados, inclusive o Brasil (6), e os EUA já têm mais casos confirmados (2254) que o México (1626). Felizmente, os EUA têm também menos mortes (2), o que parece indicar “casos mais leves”. Mas, o vírus Influenza A (H1N1) poderá sofrer novas mutações!

Na matéria Perigo! Gripe Suína, a revista Época de 4 de maio de 2009 faz um histórico da epidemia desde o século XX. Diz a revista em seu artigo: “Segundo a revista New Scientist, a pandemia era previsível. Desde 1998, quando uma gripe suína matou milhões de porcos nos Estados Unidos, o vírus H1N1 vem circulando pelo rebanho suíno americano. Um em cada 5 funcionários das fazendas de porcos no país apresenta reagentes para gripes suínas, diz a revista, sinal de que foi contaminado por uma forma branda de vírus. Da mesma forma, o vírus da gripe humana deve ter infectado porcos. E os corpos dos animais se tornaram um criadouro de novas versões do H1N1. Em 2004, o médico Richard Webby, do Hospital Infantil St. Jude, de Memphis, Tennessee, disse que ‘a rápida evolução do vírus suíno tem o potencial para a emergência de uma pandemia de gripe na América do Norte’. Foi o que aconteceu”. (Conteúdo extra em www.epoca.com.br)

No dia 25 de abril, em uma teleconferência, a chefe da Organização Mundial da Saúde, Margaret Chan, alertou os países membros que “os surtos de gripe suína no México e nos Estados Unidos têm o potencial para causar uma pandemia mundial, mas é cedo demais para afirmar se isso vai ocorrer. Ela tem potencial de pandemia porque está infectando pessoas”, disse ela. “A nova cepa de gripe – uma mistura de vírus das gripes suína, humana e aviária, que já matou pessoas, entre casos suspeitos no México, e infectou pessoas nos Estados Unidos – ainda é pouco compreendida e a situação está evoluindo rapidamente”. Na quarta-feira, dia 29, a Organização Mundial da Saúde (OMS) informou que a pandemia já chegou ao nível 5 de alerta em uma escala até 6 criada pela OMS em 2005, pois já haviam casos da doença confirmados em grande parte na América do Norte e Europa, além de mortes no México e nos EUA. O nível 4 de alerta é quando constata-se que “o microorganismo é transmissível entre humanos e que a doença pode se espalhar”; o nível 5 significa que “O contágio atinge pelo menos duas regiões diferentes. A epidemia se alastra”; e o nível 6 é quando “a epidemia torna-se global, com contágio generalizado”.

Segundo a Enciclopédia virtual Wikipédia ( www.wikipedia.org ), a contaminação se dá da mesma forma que a gripe comum, por via aérea, contato direto com o infectado, ou indireto (através das mãos) com objetos contaminados. Não há contaminação pelo consumo de carne ou produtos suínos. Cozinhar a carne de porco a 70 graus Celsius destrói quaisquer microorganismos patogênicos. Não foram identificados animais (porcos) doentes no local da epidemia (México). Trata-se, possivelmente, de um vírus mutante, com material genético das gripes humana, aviária e suína.

Hoje, conhecido o agente etiológico da “Nova Gripe” (virus com material genético das gripes humana, aviária e suína) e registrados pela OMS cerca de 3.500 casos da Influenza A (H1N1) em 29 países de 3 continentes, sendo 6 casos confirmados no Brasil, publicamos um resumo do material esclarecedor e tranquilisador – Para Entender a Influenza: Perguntas e Respostas – publicado em seis de maio de 2009 pela Assessoria de Imprensa do Ministério da Saúde em seu site – Portal da Saude (www.saude.gov.br).

Fonte: Gianet .

Ecovilas e Comunidades Sustentáveis

4 de agosto de 2009

Segundo Robert Gilman em “Ecovilas e Comunidades Sustentáveis”, ecovilas definem sustentabilidade, incorporando aspectos ambientais, sociais, econômicos e espirituais. Ecovila é uma comunidade de 50 a 2.000 pessoas, unidas por um propósito comum. Este propósito varia de local para local, mas usualmente é baseado numa visão ecológica, social e espiritual.

Um assentamento de proporções humanas, funcionalmente completo, onde as atividades do ser humano se integram inofensivamente ao mundo natural, de forma a ajudar o desenvolvimento saudável deste e poder perdurar por um futuro indefinido, fazendo com que, ao trabalhar com o simples princípio de não retirar da Terra mais do que devolvemos a ela, as ecovilas promovem, na prática, a possibilidade da existência sustentável das gerações futuras.

As necessidades e princípios de uma ecovila se fundamentam no planejamento ocupacional. Veja aqui uma síntese desses princípios. A tecnologia e engenharia, voltada para soluções sustentáveis, locais e integradas, tem um papel muito importante nas ecovilas, como pode ser visto na captação de água, no banheiro seco, nos ecotelhados ou em outras diversas técnicas. A integração com a natureza garante a continuidade da implantação.

Conheça aqui algumas experiências de ecovilas no Brasil ligadas a IPEMA - Instituto de Ecovilas e Permacultura da Mata Atlântica.

Ecovilas movem-se em direção à sustentabilidade, dando alta prioridade a:

  1. Produção local de alimentos orgânicos / biodinâmicos (influência do design da permacultura.)
  2. Utilização de sistemas de energias renováveis, cataventos, biodigestores, etc
  3. Construção ecológica, tijolos de solocimento, bambu etc
  4. Criação de esquemas de apoio social e familiar, incluindo diversidade cultural e celebrações, danças circulares, etc
  5. Experiência com novos processos de tomada de decisão, utilizando técnicas de democracia profunda e facilitação de conflitos
  6. Economia auto-sustentável, baseada nos conceitos de localização e simplicidade voluntária
  7. Saúde integrada
  8. Educação holística baseada na percepção sistêmica

Fonte: Vamos criar uma ecovila? e Wikipedia.


TV do Meio Ambiente

2 de agosto de 2009

Boa notícia aos amantes da natureza e educadores ambientais. Está chegando a TV do Meio Ambiente, canal de TV na internet destinado ao entretenimento e à difusão de informação e conhecimento. O novo site é interativo e utiliza linguagens de texto escrito, fotografia e vídeo.

Conheça a TV do Meio Ambiente: clique na imagem acima ou aqui.

Logo na página inicial, navegando pelas diferentes coleções temáticas, o internauta assiste aos vídeos que escolher. No site já estão sendo disponibilizados documentários, reportagens e filmes de animação que retratam o meio ambiente natural, rural, urbano e cultural brasileiros.

Para estimular a produção de vídeos pelo público e promover a discussão de temas ambientais foi criado o Espaço do Internauta. O visitante pode escrever comentários e publicar seus próprios vídeos, participando da Mostra do Internauta de Vídeo Ambiental, que premiará os vídeos mais votados pelos visitantes do site.

O espaço Notícias Ambientais trará, diariamente, as principais matérias jornalísticas sobre meio ambiente. Já a Exposição de Fotos apresenta o trabalho dos melhores fotógrafos brasileiros de natureza e temas relacionados ao meio ambiente. A exposição atual exibe 30 fotografias de Adriano Gambarini que retratam a biodiversidade e a cultura regional.

Mas não é só isso: reportagens exclusivas e inéditas, produzidas mensalmente pela equipe da TV do Meio Ambiente, estarão disponíveis aos espectadores do canal. A primeira Reportagem do Mês já está no ar: Montanhas do Rio mostra como essas formações naturais são aproveitadas em diferentes áreas, seja para a prática de escaladas radicais; como inspiração para o livro do fotógrafo Marco Terranova, que mostra a beleza do Rio sob ângulos inusitados; ou para pesquisa científica. A reportagem aborda também o projeto do Jardim Botânico que estuda orquídeas em extinção, encontradas somente nas encostas rochosas das montanhas da cidade. Outras matérias já estão em fase de produção, veja os detalhes na entrevista abaixo com o coordenador do projeto.

O novo canal de comunicação tem como missão a difusão da cultura ambiental. É direcionado a estudantes, professores, pesquisadores e a todos aqueles que buscam entretenimento e informação de qualidade. Venha participar na formação desse grande acervo que vai preservar a identidade ambiental e cultural do povo brasileiro. Divulgue seu vídeo.

A TV do Meio Ambiente é um projeto cultural, inscrito no Ministério da Cultura sob o Pronac nº 07-3605 e está apta a receber patrocínio para o projeto integral, reportagens especiais ou festival on-line de vídeos ambientais e também tem espaço promocional para inserção de banners.

Leia aqui uma entrevista com Ricardo Hanszmann, coordenador do projeto.

Fonte: Portal do Meio Ambiente.

A pegada ecológica per capita

A pegada ecológica per capita é a quantidade de água e terra biologicamente produtiva necessária para fornecer a cada pessoa os recursos que ela usa e para absorver os resíduos gerados com o uso desses recursos.

No ritmo atual, seriam necessários os recursos de 1,21 planetas Terra para sustentar indefinidamente nossa produção e consumo atuais de recursos renováveis.


Geladeira em blocos ajuda a economizar energia

26 de julho de 2009

geladeira1.jpg

Repare nesta cena. A pessoa chega na cozinha, abre a porta da geladeira, fica parada durante minutos tentando decidir se quer ou não algo de lá de dentro. Lembrou de alguém? Pois é. Acontece que geladeira não é vitrine. Enquanto você pensa na vida, o ar frio ar frio escapa e a máquina tem de trabalhar muito mais para compensar o que foi perdido – sinônimo de gasto de energia.

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Uma invenção de Stefan Buchberger, estudante de Artes Aplicadas da Universidade de Viena, tenta pôr fim a essa questão. Trata-se do Flatshare Fridges, uma geladeira dividida em compartimentos isolados e independentes (o eletrodoméstico parece ser feito de lego) que pode ser uma mão na roda para economizar energia.

geladeira3.jpgComo a geladeira é fragmentada, o usuário pode escolher o que guardar em cada compartimento e abrir apenas o que precisar – evitando a saída do ar gelado. Além disso, como cada alimento precisa de uma temperatura diferente, você pode regular cada bloco de acordo com o que pretende guardar ali. É o fim do consumo desnecessário.

Outra vantagem é para aqueles que dividem apartamento e que sabem a dor de cabeça que é dividir a geladeira com alguém. Com a invenção, cada um pode ser dono de um “andar”, evitando trocas e outros problemas freqüentes nesse tipo de situação.

A geladeira é formada por uma base e pode ter até quatro blocos montados como um quebra-cabeça. Cada um pode ser customizado de forma independente, com compartimentos e regulagens de temperatura individuais.

O Flatshare Fridges ainda é apenas um conceito e não está sendo fabricado. Mas não deixa de ser uma boa ideia que pode virar realidade em pouco tempo.

Via EcoDesenvolvimento.

Empresas europeias planejam megacentral solar no Sahara

19 de julho de 2009

solarpanel1.jpgUm consórcio de empresas de multinacionais – que reúne gigantes como Siemens, RWE, E.On e Deutsche Bank, entre outros – assinou nesta terça-feira uma carta de intenções para criar o maior projeto de energia solar do planeta: a Iniciativa Industrial Desertec.

O projeto prevê a construção de uma rede de usinas de produção de energia totalmente limpa no Deserto do Saara, no norte da África, e de redes transmissão de energia, capaz de fornecer pelo menos 15% da eletricidade consumida na Europa, além de dois terços da necessidade do norte africano e do Oriente Médio.

O Desertec foi orçado em US$ 577 bilhões e prevê a instalação de uma tecnologia solar de última geração, que utiliza espelhos para concentrar a luz do sol sobre torres de energia que produzem vapor, que por sua vez movimentam turbinas que produzem eletricidade.

O calor excedente produzido durante o dia pode ser armazenado em tanques especiais para manter a usina em funcionamento durante a noite ou em dias nublados.

A ideia de se aproveitar o sol do Saara vinha amadurecendo há décadas, mas só agora o avanço das tecnologias, tanto solar quanto de transmissão de eletricidade, teria viabilizado o investimento.

Mediterrâneo

A água necessária para criar o vapor que movimenta as turbinas sairia do Mar Mediterrâneo, que dessalinizada – com sal derretido sendo usado nas baterias para estocar calor –, poderia ainda ser reaproveitada em regiões desérticas.

Especialistas sugerem ainda que a sombra dos espelhos poderia ser usada para plantação de espécies que normalmente não sobreviveriam ao intenso calor do deserto.

Essa tecnologia, chamada Concentrando Energia Solar (CSP, na sigla em inglês) já é usada em usinas solares nos Estados Unidos e na Espanha.

A ideia, que surgiu na Alemanha, vem sendo defendida com vigor pelo próprio governo alemão e pela Comissão Europeia, embora ainda existam dúvidas sobre como os problemas políticos de um projeto verdadeiramente internacional como este seriam equacionados.

"O conceito de energia renovável está associado também ao de independência energética. Então, me pergunto por que deveríamos depender novamente de outros para o nosso fornecimento", disse à BBC o especialista alemão Wolfgang Palz, presidente europeu do Conselho Mundial de Energias Renováveis.

Outros acusam a iniciativa europeia de representar um suposto "colonialismo energético" – crítica prontamente rebatida por um dos diretores da Desertec, Michael Straub.

"Da nossa rede de 60 cientistas e especialistas em energias renováveis, a metade é da África e do Oriente Médio. A outra metade é de europeus", afirmou Straub, acrescentando que representantes dos países envolvidos participaram do projeto desde o início.

Fonte: BBC Brasil

Fatos interessantes do mundo de GEO

18 de julho de 2009

Homem e macaco: uma relação explosiva

Há séculos correm certos rumores sobre o gorila, de que ele seria mau e que desaparece com as pessoas. Depois, colecionadores de troféus europeus começaram a caçar o animal na África Central, e os zoológicos o comercializaram como curiosidade. Apenas a partir de meados do século 20 se impôs a imagem de um primata com características bem humanas. Pesquisadores, como a bióloga Doreen Schwochow, do Zoo de Leipzig (Alemanha), conseguem refinar ainda mais essa imagem do macaco-homem. E a sociedade se abre a uma mudança de consciência, talvez tarde demais: três das quatro subespécies de gorilas encontram-se atualmente na lista vermelha, classificadas como "ameaçadas de extinção". As Nações Unidas, por essa razão, declararam 2009 como o "ano do gorila".

O primeiro olhar

Mais de 380 mil bebês nascem todos os dias. Descontando a mortalidade, a população humana cresce diariamente em cerca de 224 mil pessoas. O fotógrafo francês Thierry Bouet retratou recém- nascidos na primeira hora após o parto. Com o seu projeto First Hour, Thierry quer mostrar o que os neonatos sentem. Esses pequeninos seres humanos só enxergam, literalmente, um palmo diante do nariz, sem nitidez e difusamente, razão pela qual parecem desamparados. Mas já conseguem usar o olfato, o paladar e a audição. Os restos brancos em alguns rostos é o "vernix caseoso". Essa secreção gordurosa protege o recém-nascido da perda de calor. Seu aspecto, às vezes um pouco estranho, é talvez a causa de se imaginar que os neonatos, em quase todas as culturas, vêm de um mundo intermediário. As cerimônias de recepção, assim como era o batismo antigamente, servem como reação a esse sentimento.


Quer ler mais?
Siga o link da GEO :

Geoscópio

Pense de Novo - Energia e novas tecnologias

29 de novembro de 2008

Soluções para conter o aquecimento global na área de energia e novas tecnologias é o tema do último vídeo da trilogia Pense de Novo do WWF-Brasil. No mundo, o setor de energia é responsável por 37% de todas as emissões de gás carbônico, o que representa 23 bilhões de toneladas de CO2 lançadas por ano na atmosfera, ou seja, mais de 700 toneladas por segundo. Esse percentual coloca o setor de energia em primeiro lugar como emissor de gases de efeito estufa.Por enquanto, a matriz energética brasileira é considerada uma das mais limpas do planeta. Atualmente, 75% da energia elétrica gerada no país vêm de hidrelétricas. Entretanto, as termelétricas movidas a gás e petróleo têm ganhado espaço nos recentes leilões nacionais de energia. Se o Brasil optar por seguir o modelo energético das nações industrializadas, considerado mais poluente, o país contribuirá para agravar para os problemas relacionados às mudanças climáticas na Terra.




ECOPSICOLOGIA - Espiritualidade e Meio

12 de novembro de 2008

ECOPSICOLOGIA Palestra interessante, pois o tema do meio ambiente é abordado por um ponto de vista da psicologia.

Título: Ecopsicologia: Religião, Espiritualidade e Natureza
Autor: Marco Aurélio Bilibio de Carvalho Duração: 60min

 

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